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Novos fusíveis electrónicos Power Vision da BLOCK GmbH. A protecção perfeita.
  • Consiga uma instalação segura e poupe tempo e dinheiro.
  • Com os fusíveis electrónicos PFVx evita-se os cortes na sua instalação.
  • Proteja de manera segura ramais independentemente da longitude dos cabos.
  • Rearme ramais remotamente, evite que em caso de sobrecarga ou curto-circuito se apague todo o sistema.
  • O display LCD, comunicação RS-232, alarmes de relé e activos permite-nos supervisionar e oferecer informação em tempo real da tensão de entrada, consumos de cada ramal e de qualquer problema da nossa instalação.
PVFB
Em seguida, especificam-se as principais características técnicas da série PFVE y PVFB, para a informação do mês pode consultar nossa página.
 
Modelo Entrada Vdc Intervalo Corrente Canais Rearme Remoto Notas
PVFB 24/24-32 24 1-8 A 4 NO Limitação de corrente activa para evitar micro-cortes
PVFE 24/24-12 24 1-6 A 2 OK Rearme remoto dos canais
PVFE 24/24-20 24 1-10 A 2 OK Rearme remoto dos canais
PVFE 24/24-24 24 1-6 A 4 OK Rearme remoto dos canais
PVFE 24/24-40 24 1-10 A 4 OK Rearme remoto dos canais
 
Tanto a União Europeia como os Estados Unidos e o Canadá estão a estudar aumentar as exigências às protecções de instalações e maquinaria e, eventualmente, os fusíveis electrónicos serão obrigatórios no futuro, e não apenas aconselháveis.
 

Porquê colocar protecções à saída das fontes de alimentação ou em cargas alimentadas com DC?.

O cabo é um material muito dispendioso. Por isso, tentamos sempre optimizar as instalações ou o desenho das nossas máquinas utilizando a secção de cabo mais económica possível para as nossas necessidades.

Igualmente para economizar, usamos o menor número possível de fontes de alimentação para alimentar todos os componentes ou partes da nossa instalação ou máquina.
Fig1

Também é muito comum utilizar uma alimentação distribuída, em que uma fonte de alimentação de potência converte a corrente alterna de entrada numa tensão contínua de bus que passa a alimentar outros conversores locais que alimentam cada carga (como, por exemplo, os POL ou sistemas de distribuição semelhantes).

Com estes sistemas, conseguimos isolamento e segurança, assim como uma tensão estável através da fonte de alimentação ou conversor principal e depois, localmente, com outros conversores pequenos, eventualmente sem regulação nem isolamento, convertemos as outras tensões necessárias, o que reduz os tempos de desenvolvimento e custos de manutenção e fabrico e proporciona uma maior versatilidade na altura de implementar novos componentes.

Fig2

No entanto, por vezes, há certas considerações que não temos em conta.

O que acontece se houver um curto-circuito num dos nossos ramais ou cargas?

Algumas fontes de alimentação possuem um sistema de protecção contra sobrecargas de desligamento (shutdown repower on to recover), o que pode ser vantajoso nalguns casos, mas, em muitas aplicações, não é um sistema desejável. Se a fonte se desligar, alguém terá de ir rearmá-la manualmente. Em instalações remotas, ou não havendo pessoal de manutenção ou em muitas máquinas, isto não é o mais conveniente, dado que pressupõe que alguém se desloque para voltar a pôr o sistema em funcionamento, com o tempo e custos que isso implica. Pode acontecer que esse curto-circuito não seja senão um pico pontual. Muito frequentemente, quando o pessoal da manutenção se desloca e volta a ligar a fonte de alimentação, tudo funciona correctamente e o motivo da falha fica por averiguar. Assim, a falha repete-se, eventualmente, de forma periódica e, por vezes, aparentemente aleatória, criando uma grande intranquilidade e causando todo o tipo de problemas.

É mais comum utilizar uma fonte de alimentação com outro tipo de protecção como, por exemplo, um overpower, um constant current ou, no mínimo, um hiccup com autorecovery. Estes sistemas de protecção permitem-nos disponibilizar uma maior potência durante alguns segundos em caso de sobrecarga, o que, muitas vezes, torna possível o arranque de motores, conversores DC/DC ou outras cargas capacitivas ou indutivas com grandes picos de arranque. Ou, pelo menos, pretenderemos uma protecção que se desligue e volte a funcionar quando o curto-circuito ou sobrecarga tenham sido eliminados: o que este sistema hiccup faz, na realidade, é desligar a fonte de alimentação quando detecta a sobrecarga, volta a ligá-la e, se a sobrecarga persistir, volta a desligá-la, assim continuando indefinidamente até que o problema desapareça. Em diversos casos, algumas cargas capacitivas são carregadas após várias tentativas e o sistema continua a funcionar.

Contudo, o que acontece se, realmente, houver um curto-circuito num dos ramais?

Se, efectivamente, tivermos um curto-circuito e não se trate de um pico pontual, o que sucederá é que toda a corrente da fonte de alimentação irá para esse ramal. O mais provável é que a secção do cabo não esteja preparada para suportar esse fluxo de corrente, o que, evidentemente, pode originar um incêndio. Além disso, a avaria do dispositivo que provocou o curto-circuito já será, certamente, irreversível. Se tivéssemos desligado esse ramal no momento do curto-circuito, poderíamos ter evitado uma avaria maior.

Fig3
Fig4
Para evitar este tipo de problemas, podem aplicar-se fusíveis. O problema está em que, quando se fundem, é igualmente necessário mandar alguém substituí-los. Além disso, temos de dimensioná-los de modo a que suportem os possíveis picos de arranque das cargas, mas que não disparem, em caso de curto-circuito. As fontes com capacidade para fornecer grandes picos de corrente auxiliam esta função.
Os magnetotérmicos representam uma outra possibilidade. A sua parte magnética requer, normalmente, intensidades entre 10 a 20 vezes o valor nominal, para disparar rapidamente. Ou seja, um C1A, que é um magnetotérmico de 1 ampere, necessita de 10 ou 20 amperes para accionar o electroíman que contém e disparar. Quando temos grandes comprimentos de cabo, as fontes de alimentação não são capazes de os activar de forma fiável, pelo que continuamos a ter risco de ignição. Dispararão, por fim, devido à temperatura, mas a avaria nos componentes que entraram em curto-circuito será considerável e, além disso, por ter demorado muito tempo até se activar a parte térmica, tudo o que tenha estado a ser alimentado com a nossa fonte de alimentação ter-se-á desligado.
Nossas fontes têm a capacidade de fornecer grandes intensidades de corrente em caso de curto-circuito e ajudam a abrir os magnetotérmicos de maneira fiável, sempre que o comprimento de cabo não seja muito grande (encontra-se detalhado nas especificações técnicas).
Para saber se poderemos disparar um magnetotérmico de forma rápida e fiável (normalmente, em menos de 10 ms), basta observar a parte magnética, onde se indica a intensidade que é necessária. Por exemplo, para um magnetotérmico de 3 amperes, necessitaremos, normalmente, de 60 amperes. Por essa razão, a impedância do cabo terá de ser inferior a 0,4 ohm (R = V/I). Para continuar o cálculo, é preciso conhecer a secção do cabo. Tomemos a resistividade do cobre a 20 ºC de Y= 62,5 m/Ωmm2. Devemos ter em conta que, num cabo flexível, o comprimento real do cabo é de, aproximadamente, o dobro do comprimento real, por estar entrançado. Assim, com uma secção de cabo de 1,5 mm2, teríamos:
0,4 ohm = 2 x comprimento do cabo / (62,5 m/Ωmm2) x 1,5 mm2

Isolando a incógnita, resulta que o comprimento máximo de cabo para disparar um magnetotérmico de 3 amperes de forma segura com uma secção de cabo de 1,5 mm2 é de 18,75 metros. Necessitaremos, evidentemente, de uma fonte de alimentação que tenha a capacidade de fornecer 60 amperes em caso de curto-circuito.

Na maioria dos casos, o que acontece é que a fonte não tem capacidade para fornecer essa corrente e, se a tiver, não conseguirá fazê-lo a 24 VDC, pelo que o comprimento real será menor. Nas especificações o tipo de magnetotérmico e o comprimento máximo do cabo são claramente definidos.

A melhor solução consiste nos fusíveis electrónicos. Estes fusíveis têm um micro que controla a corrente que passa, sendo possível programar a que valores desejamos que se abra cada ramal ou parte do nosso circuito. Temos equipamentos de 2 e 4 canais e de 1 a 6 amperes ou 1 a 10 amperes, programáveis a intervalos de um ampere. Com estes equipamentos, podemos controlar o tempo de disparo com um valor de até 1,2 vezes a intensidade programada, deixando, assim, uma certa margem para o disparo. Se a sobrecarga é maior, os tempos de actividade estão definidos por defeito e permitem um disparo rápido em menos de 10 ms. A série PVFE pode ser rearmada à distância, emite alarmes por cada canal e tipo de falha, registando na memória interna não volátil as correntes máximas e as falhas ocorridas. Desta forma, podemos proteger de forma segura cada parte da nossa instalação, para além de a vigiar remotamente e dispor de informação detalhada sobre tudo o que se passa.

Fig5

Inclusivamente quando não se está presente quando ocorre o erro, ou quando o fusível se apaga, teremos os valores guardados e um ecrã de análise de falha que ajudará a identificar o último erro.

O display ajuda-nos a corrigir rapidamente qualquer erro de cálculo. Tanto faz que pensemos que um ramal consome somente 2 amperes, dado que no display vemos os consumos momentâneos e máximos e podemos facilmente alterar a programação a partir do painel frontal ou, inclusivamente, a partir de um PC ou carregando um ficheiro de programação. Podemos, igualmente, ampliar a instalação com facilidade, alterando rapidamente a configuração dos equipamentos.

Fig6

Com estes equipamentos, deixaremos de ter problemas com o comprimento dos cabos, ou com a secção, nem nos preocuparemos com eventuais perigos. As cargas serão protegidas de forma fiável. Além disso, este facto permite que, em caso de falha de uma parte do sistema, o resto continue a trabalhar.

Em muitos casos, embora pare um motor, pretendemos que o PLC continue a funcionar e a controlar o resto da instalação. Além disso, a série PFVB possui limitação da corrente, pelo que, em caso de curto-circuito num dos ramais, a intensidade que deixará passar pelo mesmo antes de o disparar nunca será superior a 1,5 vezes o valor programado. Desta forma, não existirão sequer micro-cortes na alimentação do nosso PLC.

O display LCD destes fusíveis electrónicos, assim como a sua capacidade de comunicações RS-232 através do software gratuito ou mediante protocolo com o PLC, e também os alarmes de relé e de tensão de 24 VDC oferecem a máxima informação e versatilidade. A possibilidade de carregar e guardar configurações permite-nos, igualmente, a programação dos equipamentos de forma rápida e cómoda.

Fig7

A protecção fiável dos ramais, inclusivamente com cabos longos, e o seu sistema de diagnóstico, assim como a sua memória, tornam-nos ideais para encontrar e solucionar qualquer problema na nossa máquina ou instalação.

A possibilidade de rearme automático para a série PFVE e a limitação electrónica de corrente para a PFVB tornam únicos estes fusíveis electrónicos e oferecem-nos uma grande versatilidade, assim como economia de tempo e um maior controlo e comodidade. Pode-se facilmente implementar uma sequência de tentativas de rearme, para evitar falsos alarmes.

A série PFVx é a melhor opção para proteger o seu sistema e conseguir um diagnóstico fiável e seguro.

Em seguida, especificam-se as principais características técnicas da série PFVE, serie PVFB y el catalogo completo de los fusíveis electrónicos.

Não hesite em contactar o nosso departamento comercial para consultar os nossos preços e disponibilidade.


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